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riscos_e_rabiscos

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O Pecado da Gula

 

Convidei a minha amiga S. para jantar lá em casa. Claro que o repasto tinha de ser de chorar por mais… e foi!

 

Não sabia o que havia de fazer mas eu e o N. tivemos a mesma ideia (ai, a sintonia é tanta!). E cada vez que o prato é este, temos sempre a companhia da S. para rasparmos o fundo ao tacho literalmente.

 

Ora um bom prato tem de ser acompanhado por um vinho excelente e por uma sobremesa de arromba. Mas desta vez não havia só uma sobremesa, havia três! Opa, já sei que somos uma cambada de gulosos mas é só de vez em quando. E é para manter o corpinho de lutadora de sumo…

 

 Como já devem ter adivinhado, fiz uma Paella para o nosso jantar. Acompanhámos com um vinho alentejano da Amareleja fabuloso que o N. foi buscar à sua garrafeira: Piteira. Alguém já provou? Só vos digo que é espantástico. Desliza que parece água e é muito saboroso. Ficámos fãs.

Não é para me gabar mas a paella estava excelente. Só lhe faltaram uns mexilhões que nem a cozinheira nem o ajudante se lembraram de comprar. Carreguei a paella de delícias do mar porque a S. gosta muito e eu também. Os camarões já não cabiam todos no tacho, por isso, coloquei ali aqueles que consegui e depois havia a “recarga”.

 

Acabada a parte salgada, iniciámos a parte dos doces. E agora aconselho a irem buscar um guardanapo ou um lenço de papel para se poderem babar à vontade.

A S. insistiu em trazer uma sobremesa, apesar dela saber que as minhas sobremesas  são óptimas. Mas devido ao adiantado da hora a que comecei fazer a sobremesa, não tinha a certeza de que ficaria pronta a tempo.

 

Então começámos pela primeira: Profiteroles com recheio de nata e cobertura de chocolate. Aqueci o chocolate em banho-maria, montei os profiteroles (que já vinham prontos) no prato e derramei o chocolate estrategicamente. Que horror… estavam espectaculares.

 

 

 

Depois fomos provar a sobremesa que eu fiz: Semi-frio de ananás. Eu bem andei à procura de morangos mas não encontrei… :/

Desenformei o semi-frio e levei para a mesa. Estava delicioso porque não estava demasiado doce  e o ananás dava-lhe um ligeiro travo ácido.

Já não aguentávamos mais tanta iguaria.

Rematámos o jantar com um café e um copinho do famoso licor de poejo. Chlep!

 

O jantar foi extremamente divertido, pusemos a conversa e a risota em dia. Mas não ficámos alcoolicamente bem-dispostos, apesar do vinho ser maravilhoso.

Ainda temos outra garrafinha de Piteira, mas desta vez tinto, já destinada para outro jantar…